Pastoral da Esperança


O sofrimento, a doença e – sobretudo – a morte costumam desestabilizar as pessoas e as famílias. Muitas vezes a própria Fé entra em crise. Seitas oportunistas aproveitam este momento para prometer curas de todo o tipo e mesmo conseguir entrevistas com o Além.  Em função  disso, muitas comunidades católicas instituíram a Pastoral da Esperança. O objetivo é acompanhar as famílias na doença, por ocasião  dos funerais e – depois – no luto.
A Igreja sempre atuou nestas situações. Agora esta Pastoral  se apresenta de maneira mais organizada. Na Paróquia São Pedro, a formação desta pastoral foi precedida por duas  séries de palestras. Na  primeira, a psicóloga Ana Paula Reis – do Instituto Luspe de Caxias do Sul – abordou o luto e a morte no ângulo cultural, social e psicológico. Na  segunda série, o Frei Aldo Colombo abordou a questão no aspecto religioso. Isto implica na vida, doença, morte e vida futura
A partir daí, sob a orientação da Ana Paula Reis foi estruturada  a Pastoral da Esperança. Ela atua na doença, na morte e no luto.  Nos primeiros dias após o sepultamento, representante da paróquia se encarrega de levar à  família a presença e a solidariedade da comunidade eclesial nesta hora.  Na medida da necessidade, a Pastoral da Esperança organiza  também sessões  para pessoas enlutadas para uma terapia de grupo.
A morte não terá a última vitória. Jesus garantiu: “ Eu sou a Ressurreição e a Vida; aquele (a) que crê em mim, ainda que tenha morrido, viverá”   ( Jo 11, 25).